No.5452
Segue um poema meu, anão:
Engasgo nas cinzas águas do asfalto
Enquanto remo contra sua projeção
Sua saliva na minha pele, as fezes no meu coração
Sorvendo seus parênquima paliçádicos de amor como um rato
Mas não olhe para trás
Não. Não olhe para trás.
Mas o que a traria aqui
Que já não há e trazes em ti?
Minha língua é o olho do vinho
Eros é o meu vizinho
Vocé é a Afrodite
Que a mim não existe
Pois as redonda constelação
Dos seus tetão
Me encheu de tesão
No.5486
Novoveado