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 No.59

O episódio é sobre sabotagens a um ônibus espacial que será lançado pela NASA. Durante o episódio é revelado que uma entidade sobrenatural é quem está por trás da sabotagem.

É mostrado que essa entidade interage com o chefe de comandos da Nasa, o melhor personagem do episódio, Coronel Marcus Aurelius Belt. A interação acontece logo no começo do episódio e inicialmente a entidade ataca o Coronel à noite.

 No.60

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Não me foi claro inicialmente, mas agora percebo que esse é o momento em que a entidade possui o Coronel. Após isso as sabotagens começam. A primeira sabotagem é notada pelos técnicos e o lançamento é interrompido nos últimos segundos.

A sabotagem chama a atenção da fêmea responsável pela comunicação com os astronautas, a pior personagem do episódio e que atrapalha a experiência. Ela é esposa de um dos astronautas e o seu comportamento emocional e egoísta de depósito de porra faz com que ela requeste os trabalhos do FBI para esse caso.

Ela o faz pois o procedimento de sabotagem parece inumano. Isso interessa o protagonista Mulder que imediatamente aciona o alerta schizo. É uma cena bem legal. É nítido o interesse dele apenas com o olhar, não há falas. Foi o que me fez assistir o episódio.

 No.62

Me incomoda a condescendência que o episódio aborda a entidade Nasa. Em momento algum é questionado a legitimidade da entidade, pelo contrário, é corroborada a narrativa de muh, viagem a lua e por diversas vezes mencionam que os fraudonautas são heróis da humanidade. Lixo puro. O Coronel é um bom personagem e sua devoção pela causa espacial é uma demonstração de masculinidade: representa o brio do homem que se dedica a sua carreira e a exerce com excelência. A intenção do autor obviamente não é essa, mas "copo " assim para que a experiência seja legal. Venho tendo essa visão recentemente com as mídias que consumo, uma vez que raramente encontro algo de valor no entretenimento que vejo: pouco importa o que o autor quis dizer, o que importa é o que eu interpretei com os personagens. É a sensação semelhante a se identificar com os personagens "fascistas" dos escritores narigudos, mas a interpretação é ambígua, não necessariamente precisa ser o contrário do que o narrador quis dizer. Em resumo, interpreto como eu quiser e como acho que isso se aplica as leis universais de Deus.

Já aceitei que o seriado não é tão disruptivo quanto eu gostaria. Não é, não vai ser, não é. Não há espaço para copes aqui, não é e pronto. As coisas são assim. É chato para a experiência, mas venho tentando me valer da máxima acima e até agora está sendo legal.

 No.63

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Ainda não me dei ao trabalho de pesquisar sobre o escritor e todos os possíveis (((envolvidos))) por trás do seriado, não vou dar uma definição exata do que tentaram passar com a série, seria prematuro, mas por enquanto, como eu vejo, esse seriado é uma mistura de psyops, oposição controlada, programação preditiva e pela pequena quantidades de reds, creio que são apenas os delírios de um sojado pouco informado. É importante não ser arrogante sobre os planos da khabal, mesmo na hora da Revelação nós não saberemos sobre o modus operandi deles. O que sei é a repulsa que sinto pelos neets fracassados que idolatram os escritores dessas porcarias e os tratam como emissários da verdade que enfrentaram o deep government para publicar as ideias deles para o mundo. Não vejo assim e sinto raiva de quem pensa assim: é uma visão limitada e infantil de mundo. Típica de nordestinos vagabundos que culpam o demiurgo pela desgraça em que vivem. Ninguém prevê nada, os escritores dessas coisas não são gênios incompreendidos, é apenas programação preditiva. Todo o entretenimento funciona para uma mistura entre pão e circo, programação preditiva e contrato karmico. As elites precisam nos revelar seus planos devido ao contrato karmico. E o fazem através da mídia que produzem. Creio que tudo que produzem é um consenso entre as ideias originais do autor e aquilo que a elite precisa dizer.

 No.64

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A maioria desses autores são iniciados na lojinha. O maior caso disso é o escritor dos Simpsons. Eles não estão prevendo porra nenhuma, é programação preditiva. É assim que eu vejo.


Voltando para o episódio, me incomodou a pouca participação do protagonista Mulder. Ele nutre um respeito pelo Coronel e isso o impede de ter uma visão crítica por boa parte do episódio: ele passa o episódio todo com delírios infantis por muh, estar brincando de astronauta e merda. É chato ter que vê-lo ficar recebendo esporro da depósito de porra que trabalha com ele. A dinâmica é muito melhor quando ele passa o episódio dropando reds sobrenaturais ( que não são tantas assim) e a vagabunda apenas faz caras e bocas e não interage. Os episódios rendem melhor quando ele propõe o caso, quando o caso é sobre uma convicção pessoal dele e ele vai até o final. O personagem é um manlet sojado, mas apresenta traços masculinos importantes quando está focado em provar seus conceitos schizo. Isso não acontece nesse episódio, ele é um coadjuvante e não rende muito.

 No.69

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Me é claro que ele é uma materialização das (prováveis) ideias do criador da obra. É legal quando ele dropa reds sobrenaturais sem contexto algum. Mostra que o personagem é um estudante de ocultarias e tem muito a dizer. Não é legal quando os npcs debocham e ficam de viadagem. Isso é fraqueza e fico incomodado quando o seriado não ridiculariza esses personagens.

Boa parte do episódio envolve a vagabunda das comunicações e o drama pessoal dela com o esposo no ônibus espacial. A vagabunda constantemente da chiliques histéricos de depósito de porra e todo o tempo de tela é sobre resolver os piti que ela dá, explicam pouco sobre a entidade e menos ainda sobre as interações com o possuído, o Coronel. Esse foco na fêmea resulta em uma experiência afeminada, fraca, emocional. Seria uma experiência melhor se focasse nos dilemas que o Coronel passa ao ser possuído pela identidade.

 No.75

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Esse é um dos problemas do seriado, eles não se aprofundam nos conceitos sobrenaturais que apresentam. Isso é irritante e desanimador. É um dos motivos que me faz acreditar que o seriado é uma mistura de psyops e oposição controlada. Propõem a dúvida/questão mas não desenvolvem. Sequer deixam a dúvida em aberta, dão pouco tempo de tela para a "ideia" que apresentaram e a grande parte do tempo os npcs céticos estão descredilizando a ideia. No pesar da balança o saldo ainda é positivo, a ideia sobrenatural prevalece e sempre deixam a entender que há mais para saber, mas porra, bem fraquinho, bem fraquinho. Deixa muito a desejar nessa parte, eu esperava mais. Entendo que foi um marco para a época, isso é muito importante e o saldo da obra é irreparável, foi sim importante que tenha sido lançado. Não há como negar isso, mas ainda me incomoda. Esse seriado precisa mostrar mais para ressoar para mim.

 No.79

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Por enquanto, não ressoa. É legal de assistir, nada mais.

Durante o episódio a entidade ataca a fêmea das comunicações. Aparentemente a intenção da entidade é impedir que o Homem descubra os segredos do universo. Esse é um dos motivos pelo qual a entidade possui o Coronel, para controlar o rumo da operação. A entidade ataca a fêmea pois em alguns momentos ela oferece ameaça aos interesses da entidade. A cena acontece quando ela está dirigindo de carro à noite após um problema na operação. Ela se acelera, está chovendo e a entidade aparece no vidro do carro e faz com que ela capote o carro. Ela sai viva, o protagonista Mulder e a companheira a ajudam. Detalhe que dão zero fornicações para isso, se mal me lembro ela menciona a aparição da entidade rapidamente e o Mulder sequer demonstra interesse. Vai frontalmente contra as ideias do personagem. Totalmente furo de roteiro. O fato deles não se aprofundarem nos conceitos sobrenaturais criam uma série de problemas. Como já disse, estraga a experiência.

 No.82

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O drama do episódio está sobre a intransigência do Coronel quanto as frescuras da vagabunda da comunicaçāo. Ele é retratado como vilão por boa parte do episódio. Na minha opinião foi uso mal gasto do tempo de tela, poderiam ter contado a história de outra maneira. Focaram na visão da vagabunda porque a intenção de toda e qualquer mídia produzida é o enfraquecimento do homem. O episódio todo é ginocêntrico. A história é contada dessa maneira e me incomodou.

Não me lembro se já escrevi sobre isso, mas eles executam o lançamento do ônibus espacial após algumas complicações e boa parte do episódio é sobre os problemas que vão surgindo com o ônibus durante o episódio. É revelado que alguns processos de sabotagem foram negligenciados pelo Coronel( no caso, a entidade que o controla) e isso vai ocasionando problemas no decorrer do episódio. Todos ficam contra as decisões dele e essa é a dinâmica do episódio.

Algumas cenas mostram as lutas internas do Coronel contra e entidade e ao passar do tempo oa surtos vão ficando evidentes para os outros personagens até que o Coronel sofre um ataque cardíaco ou algo do tipo.

Outra coisa que me incomoda no seriado é que eles não atrelam aliens a demônios em momento algum. Eles o fazem nesse episódio, pela primeira vez, mostrando que a entidade possuiu o Coronel, mas tinham negligenciado completamente o tema até então.

 No.86

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Completamente, não há nenhuma menção que sequer dê margem a essa interpretação. Isso também é frustrante. A recente agenda americana de falsas aparições de ovnis tem me feito acreditam que aliens são apenas uma psyops que o governo usará em causa própria, e de certa maneira, olhando pela ótica de que esse seriado é uma psyops, eles contribuem para essa narrativa. O seriado apresenta o conceito, mas não o fazem de uma maneira que quebre totalmente a janela de overthom. Isso é a definição exata de psyops. Você apresenta algo que supostamente revela uma verdade absoluta, isso tem certo apelo social em alguns grupos mas não tem impacto de fato nas (((estruturas))) da nossa sociedade. Outra visão que tenho é a de que aliens não existam. Se existirem, são demônios. É assim que eu vejo e não creio em nada fora disso. Não existem, e se existirem, são demônios. Qualquer coisa fora disso, para mim, é bobagem. Eu quero ver se vão atrelar aliens a demônios nos demais episódios, mas até então, o seriado me decepcionou fortemente nesse quesito.

 No.94

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É mostrado que o Coronel já havia encontrado essa entidade no espaço anos atrás, quando ele trabalhava como astronauta. Abre a interpretação de que a entidade o está seguindo desde então. Claramente uma alusão a possessão demoníaca, mas essa é a minha interpretação e o seriado não deixa explícito..de qualquer maneira essa dinâmica rende as melhores cenas do episódio. As implicações práticas são as mesmas de uma possessão demoníaca como conhecemos aos moldes cristãos. É legal de assistir.

Tem outra cena do Coronel sendo atacado ( dessa vez internamente) pela entidade enquanto dorme. Isso faz com que ele se atrase para o trabalho e precisa ser procurado por Mulder e a fêmea para que ele resolva um problema na operação. Algumas cenas se passam, ele dá um esporro na fêmea da comunicaçāo, ela dá chilique e sai correndo, Mulder e a Scully acodem a vagabunda e após isso o Coronel sofre o ataque cardíaco.

Durante esse ataque fica claro para todos que ele está sofrendo mentalmente e então ele começa a delirar( dropar reds) para o Mulder. Finalmente ele começa a agir como um detetive sobrenatural e o episódio toma um rumo sobrenatural. Não tanto quanto o ideal, mas já é alguma coisa. Desfechos acontecem e o Coronel passa a ser retratado como o herói que estava lutando fortemente contra a entidade ( para os npcs, ele só estava mal da cabeça). Ele está sendo atendido por médicos após passar mal, seu estado de saúde vai piorando em meio a tensão do momento e a pressão de Mulder para receber mais reds. Ele dropa algumas coisas e depois passa uma coordenada arriscada para salvar os astronautas que a esse ponto estavam correndo risco de vida. A vagabunda da comunicaçāo resiste, mas acata a ordem do Coronel e no final tudo da certo.

 No.98

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O Coronel está no hospital se recuperando, mas do nada a entidade se manifesta em seu corpo de maneira mais intensa, ele acaba surtando, pula do quarto do hospital e morre. É uma cena interessante. Após isso o Mulder levanta alguma hipóteses de ocultismo com a Scully, a vagabunda age como fêmea burra e o episódio acaba com um enterro digno para o Coronel. Episódio legal, apesar da minha minha critica foi uma boa experiência. Me diverti assistindo. Continuo me incomodando com a pouca incisividade do criador. No final do dia o seriado diz pouca coisa e não se aprofunda naquilo que diz.


Creio que a intenção do episódio foi dizer que alienígenas não querem que humanos descubram seus segredos e vão usar de seus poderes para que isso continue assim. Bobagem pura porque a NASA é fachada pura, o homem não foi para a lua, a terra é plana e toda a ideia por trás de estudo espacial não passa de enganação ou é uma maneira da elite invocar entidades sobrenaturais através de portais dimensionais. Creio que seja uma mistura dessas duas últimas coisas. Quanto a revelar essa red que eu julgo ser a verdade, o seriado não passa nem de longe, mas muito, muito, muito longe de revelar. Pelo contrário, eles corroboram essa narrativa. E ainda se julgam um programa disruptivo que busca pela verdade escondida lá fora. É de fuder. Para além disso, abordam o tema de possessão demoníaca e achei legal. Não deixam claro se essa é a real intenção deles, mas foi assim que interpretei.

 No.99

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Como eu disse, o que importa é o que eu interpreto. Outra coisa que acho interessante ressaltar, é que nesse episódio eles dão a entender que aliens estão contra a raça humana, mas no segundo episódio, sobre áreas militares, eles levantam a hipótese( que eu achei pertinente) de que o (((governo))) usa tecnologia alienígena em suas armas militares. Esse episódio em questão é bem legal, recomendo que assistam. Quero esperar pelo que há por vir, mas creio que o seriado é sobre apresentar várias teorias que eles julgam pertinente e levar para o público, não importando se são conflitantes ou não. Levem em consideração a minha análise inicial sobre a khabal e a autonomia dos autores em suas obras, mas por enquanto é assim que eu vejo esse seriado.

Está sendo uma experiência legal, fazia tempo que não assistia algo disruptivo assim. Não pelo seriado em si, mas estou tentando assistir com os olhos de quem viu isso em uma era pré internet, pouco acesso a informação. Certamente o seriado foi a introdução de muita gente ao mundo das schizarias, e isso é importante e aí está o valor do seriado.

 No.100

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Legal de assistir, por enquanto estou gostando, apesar dos problemas. O protagonista é um sojado em boa parte do tempo, e isso até cai bem com a sua imagem de schizo, mas ele não é tão chapéu de alumínio assim. Falta vontade nele, falta se aprofundar em conceitos mais ocultos e viver pela causa. Ele se interessa devido ao ocorrido com a sua irmã, mas não é isso que eu quero ver. Quero que ele se entregue a causa e busque conhecimento para ver os véu da matrix. É isso que espero dele. A ambientação é muito legal, é comfy de assistir. Infelizmente o seriado tem muitos personagens fêmeas. Isso é desnecessário, depósito de porra não deveria estar envolvida em assunto sério. Apesar da Scully ser submissa e feminina, é desnecessário. Ela não deveria existir. As figurantes também não. Ponto negativo para o seriado. Eles abordam o deep government durante alguns episódios, quero ver o que eles vão dizer. Esse tema acabou ficando batido entre essas séries criminais posteriormente: abordam o tema e nunca dizem porra nenhuma com conexões na realidade. Vamos ver o que esse seriado em específico me diz sobre isso.

 No.2186

Este parênquima paliçádico é do meu interesse.

 No.4324

Sobe.

 No.5226

Estou assistindo o seriado novamente, talvez escreva algo.

 No.5232

>>59
>entidade sobrenatural
Esquizofrenia com outro nome.

 No.5255

>>5232
É típico de quem quota o OP não conseguir ler mais do que 3 linhas.



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